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Investigado no caso Banco Master, joga mala de dinheiro pela janela em SC

Um investigado joga mala com dinheiro pela janela durante mandados em Balneário Camboriú; PF apreende valores, dois carros de luxo e smartphones na Barco de Papel

11 de Fevereiro de 2026 às 13:29

Investigado no caso Banco Master, joga mala de dinheiro pela janela em SC
Dinheiro recuperado pela PF em operação sobre Rioprevidência (Polícia Federal/Reprodução)

Um investigado por suspeita de ligação com a Rioprevidência e com o Banco Master jogou uma mala de dinheiro pela janela durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (11), em Balneário Camboriú (SC). A ação é a terceira fase da operação Barco de Papel, segundo a Polícia Federal.

A PF realizou buscas em Balneário Camboriú e também em Itapema. Em Balneário Camboriú, um dos ocupantes do imóvel atirou a mala para fora da janela. Além do dinheiro, os agentes apreenderam dois veículos de luxo e dois smartphones, sem divulgação do montante exato.

A investigação é desdobramento da operação Compliance Zero, deflagrada no fim do ano passado, que apura crimes financeiros ligados à negociação de carteiras de crédito supostamente fraudulentas entre o Banco Master e o BRB, no valor de 12,2 bilhões de reais. Em etapas anteriores, a apuração indicou que institutos de previdência de estados e municípios aplicaram recursos nesses papéis de alto risco.

Entre os desdobramentos, a Polícia Federal informou que o dinheiro apreendido não teve o montante divulgado. Também não há confirmação pública sobre a relação direta entre a Rioprevidência e Santa Catarina, conforme apontado pela PF.

Segundo as apurações, a Rioprevidência investiu cerca de 970 milhões de reais em títulos não cobertos pelo FGC, com recursos administrados para aproximadamente 235 mil beneficiários. Na semana anterior, o presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, foi preso na segunda fase da operação por suspeita de gestão fraudulenta e desvio de recursos.

Antunes havia renunciado ao cargo em 23 de janeiro, após ações da PF que miraram a cúpula da autarquia no âmbito do esquema envolvendo a venda de carteiras de crédito sem lastro do Master ao BRB, no ano passado, pelo mesmo valor de 12,2 bilhões de reais.

A Justiça já havia determinado retenção de cerca de 970 milhões, acrescidos de juros e correção, para proteger o patrimônio previdenciário. A medida foi confirmada pela Rioprevidência, em nota, destacando o compromisso com transparência, legalidade e defesa dos recursos dos servidores.

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