CelebridadesCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Polícia

Empresa de engenharia de PG é alvo de operação do Gaeco

20 de Julho de 2020 às 07:10

Empresa de engenharia de PG é alvo de operação do Gaeco
Arquivo
O núcleo de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou a Operação Ductos nesta segunda-feira, 20 de julho, para o cumprimento de 16 mandados de prisão temporária e 50 mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram emitidas pela 1ª Vara Criminal de Ponta Grossa e incluem ainda o bloqueio de imóveis e veículos de 22 pessoas ou empresas.

Alguns mandados estão sendo cumpridos na empresa Martins Engenharia na Avenida Antônio Rodrigues Teixeira Junior, no Jardim carvalho, em Ponta Grossa.

As prisões temporárias (por cinco dias) têm como alvo empresários e servidores da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). As buscas são cumpridas em 37 residências e 13 empresas, incluindo cinco estabelecimentos privados (em Ponta Grossa, Cornélio Procópio, Telêmaco Borba e Curitiba) e oito da Sanepar (três em Ponta Grossa, dois em Telêmaco Borba e um em Curitiba, Santo Antônio da Platina e Cornélio Procópio).

As investigações, iniciadas há cerca de dois anos, apuram principalmente o pagamento indevido por serviços não prestados e fraudes em licitações. Teria havido benefício ilegal para empresas, mediante pagamento de propinas a servidores da Sanepar. A principal empresa beneficiada seria também a organizadora do pagamento de propinas. Há suspeitas de que as empresas organizavam entre si o resultado de processos licitatórios, a partir do acesso a informações internas da Sanepar. Os crimes investigados são fraude a licitação, peculato, lavagem de dinheiro e corrupção por meio de organização ou associação criminosa, além de falsidade documental.

Propinas – Iniciadas há cerca de dois anos, as investigações apuram principalmente o pagamento indevido por serviços não prestados e fraudes em licitações, bem como benefício ilegal para empresas, mediante propinas a servidores da Sanepar. A principal empresa beneficiada seria também a organizadora do pagamento dos subornos. Há suspeitas de que as empresas organizavam entre si o resultado de processos licitatórios, a partir do acesso a informações internas da Sanepar.

Investiga-se, ainda, o faturamento por serviço não executado integralmente ou por serviço superfaturado, com o uso de medições falsas ou não fiscalizadas por servidores da Sanepar. Em contrapartida, funcionários da Sanepar receberiam propina. O grupo de empresários que liderava a organização das fraudes montou outras empresas para efetivar os pagamentos ilegais e ocultar sua verdadeira origem.

da assessoria

Compartilhe:

Enviar no Whatsapp

Leia também

Mala com R$ 1,7 milhão é interceptada a caminho de Brasília

Fale conosco

redacao@agora1.info

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Gusttavo Lima faz show de 3 horas para multidão de 265 mil pessoas na praia de Matinhos

2.

Prefeitura abre cadastramento de condomínios para aprimorar a coleta seletiva em Ponta Grossa

3.

Lula passará por cirurgia de catarata no olho esquerdo nesta sexta

4.

Mala com R$ 1,7 milhão é interceptada a caminho de Brasília

5.

Lula passará por cirurgia de catarata no olho esquerdo nesta sexta

6.

Ingressos à venda para Operário x Azuriz pelas quartas de final do Campeonato Paranaense

7.

Conselho LGBT debate diversidade para as escolas de PG

8.

Prefeitura anuncia nova frente de asfalto para o Núcleo Santa Tereza

9.

Prefeitura confirma retorno do ‘Feira Verde’ para a próxima segunda

10.

Jovem de 19 anos é internado após desodorante ficar preso no ânus; veja foto

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia